Num contexto em que a energia eólica continua a ganhar peso no mix energético europeu, a otimização da operação dos parques tornou-se um dos grandes eixos estratégicos do setor. No dia 14 de outubro realiza-se uma nova edição da jornada da AEE dedicada à operatividade dos parques eólicos, um encontro técnico que coloca o foco na eficiência, inovação e prolongamento da vida útil dos ativos.
A jornada abordará temas-chave para a rentabilidade e sustentabilidade dos projetos, como a modelização do recurso eólico, fundamental para maximizar a produção e reduzir incertezas, bem como a extensão de vida útil dos aerogeradores, uma estratégia cada vez mais relevante num parque instalado que amadurece rapidamente. Também estarão em destaque a repotenciação e melhoria de componentes, incluindo a incorporação de novos materiais que permitem aumentar desempenho e fiabilidade sem necessidade de novas infraestruturas.
Inteligência artificial e inovação operacional
Outro dos pilares do encontro será a aplicação da inteligência artificial ao setor eólico, uma ferramenta que está a transformar a operação e manutenção dos parques. Desde sistemas de manutenção preditiva até à análise avançada de dados para otimização do desempenho, a digitalização posiciona-se como elemento diferenciador num mercado cada vez mais competitivo.
Este tipo de iniciativas reforça a importância da colaboração entre promotores, operadores, fabricantes e especialistas técnicos para enfrentar desafios como o envelhecimento das instalações, a integração de novas tecnologias e a adaptação às exigências regulatórias e ambientais.
Um ponto de encontro para o setor
A jornada da AEE consolida-se como um espaço de referência para debater soluções técnicas e estratégicas orientadas para melhorar a operatividade dos parques eólicos. Para empresas interessadas em ganhar visibilidade e posicionar-se como atores-chave nesta transformação, já está disponível o dossier com as opções de patrocínio associadas ao evento.
O impacto deste tipo de encontros vai além da partilha de conhecimento técnico. Ao promover melhores práticas operacionais e inovação contínua, contribuem diretamente para o avanço do ODS 7, Energia acessível e não poluente, e do ODS 13, Ação climática, reforçando o papel da eólica como pilar da transição energética e da descarbonização.
Num setor em constante evolução, a capacidade de adaptar, modernizar e otimizar os parques existentes será tão determinante como a construção de nova capacidade. A pergunta já não é apenas quanto podemos instalar, mas quão eficientes e resilientes conseguimos tornar os ativos que já estão em operação.
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